Qualquer um que goze de mínimo bom senso e que acompanha os passos desse presidente aí eleito, se choca com frases descabidas, atitudes “inapropriadas” para um líder de nação e certamente em algum momento pensou: será que votei certo?

Acho que também gozo de uma inteligência mediana, mas também não sou político. Daí me pergunto se, ele sendo político há mais de 30 anos, tudo que fala ou faz não compõe parte de sua estratégia recorrente de ludibriar aqueles que querem sua queda: bastou subir numa caminhonete, falar meia dúzias de palavras de duplo sentido e pronto, ninguém fala mais do ministro despedido.

Que homem louco, querendo avançar politicamente, peitaria a não tão mais poderosa REDE GLOBO? E o que colhe com isso? Ataques das 7 as 23 h diariamente, com toda sorte de manipulação, distorção e mentiras para culpar o presidente pelos infortúnios do país, até mesmo um vírus. Não seria mais fácil cala-los com umas propagandas governamentais superfaturadas no seu canal? Não, manda seus jornalistas pastarem o lixo que produzem. Que doido esse Bolsonaro?

Se não bastasse essa insanidade, ele vai além. Resolveu peitar todo o mecanismo, o sistema apodrecido e corrupto, o tal presidencialismo de coalizão, o stablishment, o modus operandi de décadas comprando tudo e todos, sugando vampirescamente o sangue dos brasileiros. E não é que esse insano quebrou muitos tentáculos desse monstro, composto por um conluio entre legislativo, mídia e judiciário. Estancou a hemorragia, não aceitando o tal “diálogo” tão defendido pelo não-brasileiro presidente da câmara.

O que ouvimos e vemos é um mecanismo se contorcendo como que prevendo sua morte, agonizando em sua impotência: Derrota do governo no Congresso; Rodrigo Maia critica o Presidente; Alcolumbre ameaça o Presidente; Ministro do STF decide contra o Governo; Governadores repudiam Bolsonaro; Ministério Público Federal aciona contra decisão do Governo. Agonizam! Que louco esse Bolsonaro.

E armam na calada da noite, se reúnem aqui e ali, quase loucos para derrubar o louco, mas nada parece funcionar bem. Já dizia Santo Agostinho: É quase impossível ofender um homem totalmente honesto.

Era de se esperar, após ter formado a segunda maior bancada do congresso pelo PSL, seu partido de eleição, que se mantivesse lá, mas sai por que percebe manipulação dos 400 milhões do fundo eleitoral que o partido vai receber. Agora temos um presidente sem partido. Que doido um presidente sem partido!

Como um polo repelente da energia oposta, os infiltrados também foram se revelando e vazando: Dória, Witzel, Moisés, Pepa, Bebiano, Mandetta, Frota… a lista é grande. De novo, incompreensível isso, salvo pela sede precoce de poder deles, não permanecerem do lado daquele que praticamente os elegeram: o doido do Bolsonaro.

Por fim, esse doido não respeita a barulhenta e maquiavélica esquerdopatia, bem representados por artistas decadentes, os ELENÃO, petralhas e toda legião de demônios que preferem um presidente multiplamente condenado a um doido como o Bolsonaro. O doido consegue fazer abortistas pedirem respeito à vida durante uma epidemia. Essa esquerdopatia é a que mais sofre em sua impotência. Esperneiam, gritam, torcem pelo vírus, quebram panelas, defendem perda de direitos para prejudicarem quem? O doido do Bolsonaro.

Deus deve gostar de doidos… Ele faz muitos, inclusive esse que vos escreve… Deus poderia mandar mais doidos para ocupar a presidência da câmara e do senado, 11 doidos para o STF, 27 doidos para governar os estados e milhares de doidos para as prefeituras do Brasil. Não seria doido isso?

O que é mais doido nesse paradoxo é que vivemos elegendo pessoas normais em vez de doidos, para sermos insistentemente roubados pelos “normais”. Somos ou não somos doidos?
Então, que elejamos doidos daqui para frente.

 

Texto atribuído a  de Jimi Scarparo