O maior crime que a geração libertina de woodstock (festival ocorrido nos Estados Unidos da América em 1969) cometeu foi o assassinato coletivo e intencional da razão, o conhecido marco da contracultura elencou a rebeldia como atitude a ser idolatrada e incentivada, rapidamente os filhos inconsequentes da comodidade viram-se imersos a um mundo onde poderiam usufruir do seu tempo de vida a entrega total aos prazeres mundanos de forma incomensuravelmente irresponsável, pois seus antecedentes fizeram o serviço pesado, insalubre, tiveram que desbravar matas e sertões, construir estradas, desenvolver tecnologias trabalhando dia e noite, a geração que proporcionou tudo que temos e nos beneficiamos, esta foi capaz de nos dar uma qualidade de vida imensamente superior a que tiveram, temos hoje a maior variedade de alimentos a nossa disposição num supermercado que nunca um rei ou imperador da idade média sonhou, tudo graças ao sangue e suor dos nossos antepassados. Mas a libertinagem que emergem nos coletivos intelectuais que embebedam-se e entorpecem-se nos escombros sombrios e vermelhos das universidades públicas arrotando com toda sua arrogância a criminalização dos patriotas e desbravadores que lhes permitiram gozarem as facilidades de um mundo com tantas variedades, estes seres estranhos ao mundo são incapazes de usarem o livre arbítrio, pois são meros propagadores da falência da humanidade, tratam com subjetividade as leis da natureza onde tudo é permitido, onde por exemplo todos podem ser o que quiserem pois menino não nasce menino e menina não nasce menina, onde a arte perdeu a beleza de outrora, um simples mictório de Marcel Duchamp se torna um trabalho artístico tão valioso, a filosofia prega o ócio, os homens bons se tornam maus e os marginais são idolatrados, de um momento para outro todos os valores que fizerem ascender a civilização ocidental começou a ser marginalizada, discriminada e destratada por uma geração de mimados e inconsequentes, isto nos faz relembrar um provérbio oriental que diz: “Homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos criam tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes.” Pela lógica estamos criando tempos difíceis, entretanto nem tudo está perdido ainda existe esperança para o mundo, pois o pedestal da civilização ocidental que é a razão está sendo ressuscitada por poucas vozes dissonantes é fato! Mas que trazem a esperança nesta transição da penumbra para a luz, a Lux Brasil é um grupo de pessoas que transmite este propósito esmerando-se em valores basilares da sociedade que são: Deus, Família e Pátria.